http://www.apagina.pt/arquivo/Artigo.asp?I
Não há melhor forma de pôr toda a gente a dizer disparates do que um qualquer desacato num bairro social dito problemático. A ausência de um discurso estruturado e pensado sobre políticas de combate à pobreza e ao crime é, infelizmente, uma constante na sociedade portuguesa.
Não se pode falar no desemprego e nas condições sociais como fonte, também, de problemas ligados ao crime porque estamos a desresponsabilizar o cidadão e estamos logo ali a exibir derivas de esquerda. Não se pode pedir firmeza às forças de segurança, pois estamos a ter um discurso securitário e somos uns perigosos direitistas. Entre o discurso da esmolinha e do cassetete - de alguma direita - contra qualquer - e a paixão "contextualizadora" de alguma esquerda, vamos encharcando estes problemas de ideologia desnecessária.
Agora, porém, há uma novidade: um suposto discurso liberal saído directamente de um qualquer manual de ciência política, a cheirar a novo, que se revolta, de vez em quando, contra o rendimento social de inserção (RSI). Políticas educativas dirigidas a adultos e à permanência dos mais novos na escola, incentivos ao lançamento de microempresas, protecção reforçada a quem queira ter negócios nessas zonas, programas de troca de horas de trabalho, policiamento de proximidade, apoios a iniciativas comunitárias, desenvolvimento de associações com clubes desportivos, programas de microcrédito, mais e mais apoio para creches, centros de dia, igrejas e demais organizações de bairro. Não senhor, first things come first: acabemos com o RSI. Segundo um estudo recentemente publicado neste jornal, os beneficiários do RSI recebem em média noventa e um euros.
Ora com esta avultada quantia, o cidadão depois de uma lauta refeição, rematada com um charuto, encosta a sua digestão a uma esquina. Cansado de fazer piões no seu bólide ou de jogar a sua PlayStation3, resolve ir atirar uns cocktails Molotov à esquadra mais próxima.
Os seus filhos, fascinados com a qualidade de vida do pai - carro, casa, PlayStation, charutos e mais o que a vida tiver de bom -, resolvem imediatamente deixar de estudar e enquanto esperam pela idade de receber a bela maquia vão assaltando umas velhinhas e traficando drogas. Pronto, tiram-se os noventa e um euros a estes tipos e está resolvida a situação.
Não vale a pena explicar a esta nova espécie de pensadores que a pobreza apenas gera mais pobreza, que noventa e um euros podem ser a diferença entre morrer à fome ou não, que um (ou dez) caso de subsídio mal entregue não pode servir de justificação para pôr em causa toda uma louvável medida, que não há artifício mental capaz de explicar que um apoio miserável gera "irresponsabilidade individual".
Há um erro recorrente nestes caceteiros de sebenta: a defesa de muito menos estado na economia, a luta pelo fim da iníqua legislação de trabalho que serve apenas para perpetuar desigualdades e promover os incompetentes, uma lei das rendas que ainda mantém defeitos graves, a diminuição da burocracia, a diminuição dos impostos sobre as pessoas e empresas que permitam mais investimento e redistribuição, a liberdade a que temos direito de optar pela saúde e educação que queremos, não pode não deve ser incompatível com o apoio aos nossos concidadãos que mais precisam. Estas medidas, que muitos defendem, não são apenas um programa mais ou menos teórico. É através delas que vamos conseguir obter um mundo mais justo e, sobretudo, mais meios para promover mais igualdade de oportunidades.
Que interessa se isto é mais à esquerda ou mais à direita? Defender uma legislação que liberalize os despedimentos é incompatível com a defesa do RSI? Mas, afinal, queremos arranjar soluções ou estamos mais preocupados com os rótulos que nos colocam na testa? Será que alguém tem coragem de defender mais liberdade em frente de alguém que tem 91 euros por mês para prover ao seu sustento? Acreditar na liberdade é sobretudo acreditar que ninguém pode ser livre se viver nas garras da miséria.
por Pedro Marques Lopes, 28 Maio 2009, in DN Opinião
Antes de mais dizer que este é um caso próximo no âmbito do voluntariado que faço na UHSA-SEF (Serviço e Estrangeiros e Fronteiras), daí a minha motivação em o acompanhar. Já tinha conhecimento das circunstâncias antes das mesmas passarem para a comunicação social, todavia devo confessar que nunca tive esperança nesta protecção mediática. Mais uma vez é a justiça popular a ter voz!
O meu comentário
Sem querer emitir juízos de valor, até porque esta história envolve questões morais, culturais e sociais que podem vincular ou pelo contrário confundir os factos a que temos acesso pela comunicação social, penso que devemos ponderar as várias dimensões que subjazem a este caso. Como diz o ditado: as histórias têm sempre dois lados, mas isto era na perspectiva tradicional, agora, nos tempos contemporâneos, temos obrigatoriamente que acrescentar mais um, e, ainda arrisco dizer que um outro, o que perfaz quatro: um de cada parte envolvida, outro do juiz (quando é o caso, neste é) e a minha… Então, centrando-me na minha, a grande questão é: quem vai assumir a responsabilidade deste caso? E se não houver quem o faça (como aliás é habitual) quem vai julgar o juiz, passe a redundância, que decretou que a criança deveria ser entregue à mãe biológica (sem esquecer o episódio de animosidade que contraria qualquer ideia de imparcialidade)? Como no contexto em que vivemos esta é uma pergunta retórica, deixo apenas uma reflexão: se o código penal fosse para ser cumprido à letra não precisávamos de juízes, isentos que pensassem, reflectissem e ponderassem para que daí emergisse uma decisão, um veredicto!
Para os que querem acompanhar:
Objectivos
O objectivo do curso de Educação Social é formar profissionais capazes de intervir nos domínios psicossociológicos junto de populações em risco, através do desenvolvimento de acções de prevenção e de (re)inserção social e pessoal e da promoção de acções que conduzam ao desenvolvimento pessoal dos cidadãos com vista à melhoria da sua qualidade de vida.
Saídas Profissionais (possíveis)
Apoio Psicossocial, individual e/ou em grupo, com especial incidência junto de populações em risco e em situações de maior vulnerabilidade, desenvolvimento de projectos de Educação Social comunitários. Os contextos de inserção profissional são diversificados: autarquias, escolas, bairros sociais, serviços de saúde, IPSSs, serviços de apoio a grupos juvenis em risco e minorias, centros de apoio à terceira idade, ATLs, serviços judiciais e de reinserção social, comunidades terapêuticas, comissões de protecção de crianças e jovens, serviços de apoio social, hospitais e centros de saúde.
“A educação não cria o homem, ajuda-o a criar-se” (Debesse, 1999 citado em Mendes, 2007).
Antes de mais, interessa referir que educar significa favorecer o crescimento da capacidade de racionalidade, de espiritualização, de universalização, de superação dos limites vários que confinam o indivíduo numa pátria ou grupo, numa localidade ou época, habilitando-nos, portanto, a sermos educadores da sociedade (Sérgio, 1980 citado em Mendes, 2007). Com efeito a educação é um processo complexo, construído através de práticas que intervêm directamente na transformação dos indivíduos em busca de um desenvolvimento que se pretende integral e harmonioso. Contudo, este não tem que excluir o conflito do seu processo, mas antes lidar com ele como sendo um espaço de crescimento, de afirmação, de negociação e renovação. Portanto, tem de ser uma educação que abranja todo um conjunto de componentes de natureza física, afectiva, intelectual, social e espiritual, através das quais a pessoa se exprime e se define nas várias etapas da sua vida
Neste seguimento a intervenção do educador social terá de ser sustentada no património hereditário e nas múltiplas aquisições que o meio impõe aos indivíduos. Reunindo igualmente as características gerais da complexidade, a instabilidade e da indefinibilidade dos contextos sócio-culturais que os caracterizam (Santos, 1973 citado em Mendes, 2007). Ou seja, a complexidade do acto educativo não pode cruzar-se com as complexas características do ser humano sem se cruzar, simultaneamente, com as complexas características do contexto sócio-cultural e económico
O educador social não vem com isto negar a função particular da escola, que crê ser o ensino, mas considera a educação social para além dos conteúdos transmitidos pela escola e como um território educativo recheado de vivências para os alunos, muitas vezes, colocados socialmente em situação de risco. Desse modo legitimam o complemento de “social” à educação.
Não podemos deixar de referir que quando se fala de educação dos indivíduos, esta não deixa de ter lugar na família, na escola, na comunidade e, em certo grau, na sociedade em que ele vive. Com efeito, uma autêntica e integral educação subjaz à ideia de educar para viver e conviver com os outros (desde que o individuo nasce até que ele morre), não se limitando única e exclusivamente a uma determinada etapa da vida, nem se circunscrevendo apenas e só à escola. Por isso torna-se pertinente a articulação educativa com as famílias, na medida em que estas são os principais agentes no que diz respeito ao desenvolvimento integral dos seus filhos. Assim como a necessidade de se criarem “pontes” de comunicação, entre os diferentes contextos de vida dos alunos, contribuindo, não só para abrir a escola à comunidade e quebrar barreiras culturais, sociais e simbólicas que impedem, muitas vezes, os encontros entre a escola, as famílias e a comunidade, mas também que optimizem a mediação entre o centro escolar e a família, sobretudo nos casos em que a situação familiar interfere negativamente no desenvolvimento dos alunos.
Algumas possibilidades de acção dos educadores sociais em contexto escolares, podemos salientar o trabalho com os jovens em questões emergentes da nossa sociedade, nomeadamente a educação dos conflitos sociais, a influência da televisão nos jovens, a marginalização, a violência das tribos urbanas, a droga, os gangs, etc. Isto porque a escola é o sistema mais “susceptível de introduzir mudanças em prol da igualdade e, portanto, o primeiro que incide de modo decisivo na transformação das possibilidades de igualdade” (Subirats 1997).
Assim, este modo de educação exige ao educador(a) social uma formação de nível superior, que apesar de não comportar receitas, não se trata de uma educação vazia de conteúdos, mas antes esses conteúdos, terão que, em terreno, ser deliberados colectivamente e conjuntamente, a partir de questões, potencialidades e necessidades dos alunos, professores, funcionários, família, órgãos administrativos e executivos, na qualidade de sujeitos sociais, proporcionando a todos uma melhoria da qualidade de vida e das relações.
A responsabilidade humana exige uma formação profissional e pessoal para que possa ser desenvolvida de maneira sistemática, coerente, adaptada e concertada, assim como a apropriação integrada de atitudes e saberes: saber-fazer/estar/ser, sob a forma de capacidades que constituem competências (Perronoud, 1999, citado em Batista, 2004). Pela reflexividade, estas deverão conferir ao educador(a) social a possibilidade de intervenção assente na interpretação, na comunicação, na avaliação das situações, na empatia, na perseverança e, enfim, na superação empreendedora do sofrimento perante as contrariedades e impasses que prolongam intoleravelmente as injustiças e as frustrações que retiram, tantas e tantas vezes, aos seres humanos, o sonho, a esperança e a utopia (Batista, 2004).
Com isto podemos dizer que não é em vão que aludimos a educação social como um conceito em constante construção e (ou) reformulação, não raramente adaptado aos contextos onde se insere, onde, dada a complexidade e diversidade não se pode correr o risco de sintetiza-lo, distinguir as suas orientações e delimitar as relações dos afectados pela sua intervenção, ou mesmo o seu campo de influência. Desta forma o mais certo é dizer que terá de ser, sempre, vinculado ao contexto prático, e às potencialidades e necessidades que dele emergem.
No entanto este profissional da relação, licenciado em educação social, não pode, nem deve actuar sozinho. Para tal conta com a interdisciplinaridade de e com todos os outros técnicos, professores, funcionários, alunos e pais, assim como deverá ser capaz de articular com outras instituições e mobilizar os recursos existentes de modo a que seja possível desocultar e fazer emergir as potencialidades deste território a fim de as mesmas actuarem na resolução das dificuldades e conflitos que vão surgindo. De salientar que este profissional de terreno que busca a mudança social pretende que todos os acima referidos estejam envolvidos (no sentido literal do termo), tornando-os assim sujeitos activos no processo de transformação das suas vidas e da vida da sua comunidade (Organista, 2008, em conversa sobre este doc).
Só assim podemos concluir que “educar não é fabricar adultos segundo um modelo, é libertar em cada homem o que o impede de o ser” Reboul, citado por Santos (2005) em Mendes (2007)”.
(realizado no âmbito do estágio em contexto escolar num TEIP para publicar no jornal online do agrupamento)
No âmbito do Sistema da Acção Social gerido pelo Instituto da Segurança Social, I.P., o apoio social pode ser desenvolvido por serviços e equipamentos sociais de apoio às pessoas e às famílias, envolvendo a participação de diferentes entidades, nomeadamente, os Estabelecimentos Integrados, as Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) e outras instituições públicas ou privadas.
Garantir aos cidadãos o acesso a serviços de qualidade, adequados à satisfação das suas necessidades e expectativas, é um desafio que implica o envolvimento e empenho de todas as partes interessadas.
Neste âmbito e com o objectivo de constituir um referencial normativo que permita avaliar a qualidade dos serviços prestados e consequentemente diferenciar positivamente as Respostas Sociais, o ISS, I.P., desenvolveu Modelos de Avaliação da Qualidade das Respostas Sociais, aplicáveis a Lar Residencial, Centro de Actividades Ocupacionais, Lar de Infância e Juventude, Centro de Acolhimento Temporário, Estruturas Residenciais para Idosos, Creches, Centros de Dia e Serviços de Apoio Domiciliário.
A elaboração destes Modelos teve como objectivos:
Para apoiar na implementação deste Modelo, foram desenvolvidos alguns Instrumentos aplicáveis a cada Resposta Social, nomeadamente, o Manual de Processos-Chave e Questionários de Avaliação da Satisfação dirigidos a clientes, colaboradores e parceiros.
Manuais disponíveis para download em: http://www1.seg-social.pt/left.asp?05.18.0
Janeiro
1 Dia de Ano Novo - Dia Mundial da Paz
4 Dia Mundial do Braille
8 Dia Mundial da Alfabetização
23 Dia Mundial da Liberdade
Fevereiro
2 Dia Mundial das zonas húmidas
11 Dia Mundial do Doente
14 Dia dos Namorados
20 Dia da Resistência Não Violenta
21 Dia Internacional da Língua Materna (UNESCO)
22 Dia Europeu da Vítima
Março
8 Dia Internacional da Mulher
15 Dia Mundial dos Direitos do Consumidor
20 Dia da Agricultura
21 Dia Mundial da Poesia
21 Dia Mundial da Floresta (dia da Árvore)
21 Dia Mundial para a Eliminação da Discriminação Racial
22 Dia Mundial da Água
23 Dia Meteorológico Mundial
24 Dia do Estudante
24 Dia do Livro português
24 Dia Mundial da Tuberculose
27 Dia Mundial do Teatro
27 Dia do Dador de Sangue
27 Dia Nacional dos Centros Históricos
28 Dia Mundial da Juventude
Abril
1 Dia dos Enganos
2 Dia Internacional do Livro Infantil
7 Dia Mundial da Saúde
7 Dia Nacional do Jornalista
8 Dia Mundial dos Ciganos
8 Dia Mundial da luta contra o cancro
8 Dia Mundial da Astronomia
13 Dia Mundial da Imprensa
22 Dia do Planeta Terra
23 Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor (UNESCO)
23 Dia Mundial do Escuteiro
25 Dia da Liberdade
26 Dia Mundial da Propriedade Intelectual
29 Dia Mundial da Dança
Maio
1 Dia Internacional do Trabalhador
3 Dia Mundial da Liberdade de Imprensa (UNESCO)
5 Dia Mundial do Trânsito
5 Dia Europeu da Música
8 Dia Mundial da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho
9 Dia da Europa
12 Dia Mundial do Enfermeiro
13 Dia Europeu do Melanoma
14 Dia das Vocações
15 Dia Internacional das Famílias
17 Dia Mundial das Telecomunicações
18 Dia Internacional dos Museus
21 Dia Mundial da Diversidade Cultural para o Diálogo e o Desenvolvimento
22 Dia do Autor português
22 Dia Internacional da Diversidade Biológica
24 Dia Europeu dos Parques Naturais
25 Dia da África
28 Dia Mundial do Bombeiro
29 Dia Internacional dos Soldados da Paz das Nações Unidas
29 Dia Mundial da Energia
31 Dia do Mundial do Não Fumador
Junho
1 Dia Mundial da Criança
2 Dia da União Europeia
4 Dia Internacional das Crianças Vítimas Inocentes de Agressão
5 Dia Mundial do Ambiente
10 Dia se Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas
12 Dia Mundial contra o Trabalho Infantil
17 Dia Mundial de Luta contra a Seca e a Desertificação
20 Dia Mundial dos Refugiados
23 Dia Olímpico
26 Dia Internacional de Luta contra o Abuso e Tráfico de Droga
26 Dia das Nações Unidas para o Apoio às Vítimas de Tortura
26 Dia Mundial da Carta das Nações Unidas
26 Dia Nacional de Multimédia
Julho
1 Dia das Bibliotecas
6 Dia Mundial da Cooperação
11 Dia Mundial da População
12 Dia Mundial contra o trabalho Infantil
20 Dia Internacional da Amizade
26 Dia Mundial dos Avós
Agosto
6 Dia de Hiroshima (em memória das vítimas da primeira bomba atómica em Hiroshima, Japão, 1945)
9 Dia Internacional dos Povos Indígenas
12 Dia Internacional da Juventude
19 Dia Mundial da Fotografia
23 Dia Internacional de Recordação do tráfico de escravos e sua abolição
Setembro
1 Dia Internacional da Paz
7 Dia Internacional da Educação
8 Dia de Solidariedade das Cidades Património Mundial
8 Dia Internacional da Alfabetização
16 Dia Mundial para a Preservação da Camada de Ozono
21 Dia Mundial da Doença de Alzheimer
22 Dia Europeu sem carros
24 Dia Internacional da Imprensa
26 Dia Europeu das Línguas
27 Dia Mundial do Turismo
29 Dia mundial do Coração
26 Dia europeu das Línguas
Outubro
2ª quarta-feira Dia Mundial para a Redução das Catástrofes Naturais
1 Dia Mundial da Água
1 Dia Internacional dos Idosos
3 Dia da Infância
3 Dia Mundial da Arquitectura
4 Dia Mundial dos Animais
5 Implantação da República (Portugal)
5 Dia Mundial dos Professores
7 Dia Nacional dos Castelos
9 Dia Mundial dos Correios
10 Dia Mundial da Saúde Mental
15 Dia da Bengala Branca (cegos)
16 Dia Mundial da Alimentação (FAO)
17 Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza e a Exclusão Social
24 Dia das Nações Unidas
24Dia Mundial de Informação sobre o Desenvolvimento
24 a 30 Semana do Desarmamento
30 Dia Nacional da Prevenção do cancro da mama
31 Dia Mundial da Poupança
Novembro
3 Dia Mundial do homem
6 Dia Internacional para a Prevenção da Exploração do Ambiente em Tempo de Guerra e de Conflito Armado
11 Dia Internacional da Ciência e da Paz
14 Dia Mundial da Diabetes
15 Dia Nacional da linguagem gestual portuguesa
16 Dia Internacional para a Tolerância
16 Dia do Mar
20 Dia dos Direitos Internacionais da Criança
20Dia da Industrialização de África
21 Dia Mundial da Televisão
21 Dia Internacional da Saudação
22 Dia Internacional da Música
24 Dia Nacional da Cultura Científica
24 Dia Mundial da Ciência
25 Dia Mundial para a Eliminação da Violência contra as Mulheres
29 Dia Internacional da Solidariedade com o Povo Palestino
Dezembro
1 Restauração da Independência (Portugal)
1 Dia Mundial da SIDA
2 Dia Internacional para a Abolição da Escravatura
3 Dia Internacional da Pessoa com Deficiência
5 Dia Internacional do Voluntário para o Desenvolvimento Económico-Social
10 Dia da Declaração Universal dos Direitos Humanos
18 Dia Internacional dos Migrantes
29 Dia Internacional da Diversidade Biológica
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